segunda-feira, 20 de outubro de 2014

LÍDERES, MAS NEM TANTO

Esta campanha eleitoral com todas as suas atribulações devido o “acordão” imposto pelas lideranças maiores do DEM e PMDB está servindo para que os líderes políticos locais, diga-se Riacho da Cruz, fazerem uma reflexão, qual seja, “será que sou um líder inconteste no meu reduto eleitoral”?

Os acontecimentos políticos em Riacho mostram que tais lideranças, situação e oposição, não tem tanta liderança quanto se achavam que tinham e as percas que estes dois grupos tiveram até o momento incalculáveis.

Do lado da situação vários foram os dissidentes e entre estes um membro do Parlamento Municipal que foi a maior surpresa para a situação que no início tentou reverter o quadro mas não obteve sucesso.

Do lado da oposição os estragos foram ainda maiores, mesmo não tendo nenhum edil se rebelando contra o “acordão”, muitos peemdebistas se sentiram desprestigiados pelo candidato do PMDB e partiram para uma aliança com os até então adversários democratas que também não aceitaram o “acordão” e nesse caso as lideranças peemedebistas só assistiram a debandada de aliados sem tentar se quer reverter o quadro.

De uma coisa pode se ter certeza, qual seja, após estas eleições a política em Riacho da Cruz tomará outros rumos e esses dissidentes da situação e oposição já conversam a possibilidade de se forma um novo grupo político no município e caso o eleito seja Robinson Faria estas conversas podem sair das especulações e se concretizarem.

Aguardemos...

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