quinta-feira, 8 de agosto de 2013

RIO GRANDE DO NORTE EMPLACA DOIS POLÍTICOS ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO PAÍS



Na 20ª edição dos "Cabeças" do Congresso Nacional, divulgada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) nesta quarta, aparece dois nomes do Rio Grande do Norte entre o seleto grupo dos 100 políticos mais influentes do Parlamento brasileiro: Agripino Maia (DEM) e Henrique Alves (PMDB). A principal habilidade atribuída ao presidente da Câmara dos Deputados é a de articulador político. Já Agripino ganhou a "fama" de bom debatedor.

Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do Diap, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais colegas no exercício do mandato. O Diap leva em consideração a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações. Henrique Alves disse ser uma honra ter o reconhecimento do Diap que elabora a lista com base em pesquisas e uma votação entre os profissionais de imprensa que fazem a cobertura jornalística da Câmara e do Senado.


“Poucos parlamentares, como eu, tiveram o privilégio de integrar essa lista durante tantos anos consecutivos. É o reconhecimento do nosso trabalho”, ressaltou o presidente da Câmara. “São parlamentares que se destacam pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade e, principalmente, pela facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”, destaca o relatório do Diap.

Os dois partidos com maior número de parlamentares na elite do Congresso Nacional são o PT, partido da presidente Dilma Rousseff com 26; e o PMDB, partido do vice-presidente da República, Michel Temer e dos presidentes da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves e do Senado Federal, Renan Calheiros, com 16. Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 61 são deputados e 39 são senadores. A deputada Fátima Bezerra (PT-RN) aparece na lista dos parlamentares em ascenção.
Fonte: De Fato 

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