sexta-feira, 22 de julho de 2011

SARGENTO DA PM CEARENSE ENTRA COM AÇÃO NA JUSTIÇA CONTRA A REDE GLOBO

O Sargento José Adamir Bandeira Holanda Cavalcante Filho, residente em Crato, apresentou no Juizado Especial daquela cidade Ação Cível com pedido de indenização por danos morais contra a Rede Globo. Segundo explicou, no último dia 29 de junho a emissora levou ao ar um diálogo na novela Insensato Coração que o oficial considerou uma desmoralização para todos os policiais militares do país. Sentindo-se ofendido, ele ajuizou o pedido de indenização e espera que os seus colegas de farda façam o mesmo.

De acordo com o Sargento Bandeira, trata-se da cena com o personagem do Delegado Rossi e Paula Cortez. Na conversa a atriz insinua que o delegado só sabe “receber propinas de motoristas bêbados” e este retruca dizendo que a mesma o estaria confundindo dizendo: “Eu não sou guarda municipal e nem tão pouco sou policial militar”. O militar caririense considerou ofensas a essas duas instituições e ingressou com a ação juntando as imagens do diálogo.


Para ele, a Rede Globo tem sido contumaz neste sentindo considerando os militares ignóbeis citando o antecedente na novela “Morde e Assopra” quando colocaram personagens representando um Sargento que é uma verdadeira falta de respeito para os PMs. Conforme observa, trata-se de uma ficção, mas entendeu a resposta do personagem do Delegado da Polícia Federal como desnecessária e ofensiva à categoria pelo próprio tom pejorativo e difamatório. 

O fato de ter denegrido a imagem de toda uma corporação e deixando transparecer ao grande público que PM é bandido, o motivou a ajuizar o pedido de indenização de quase R$ 11 mil bem como a devida retratação da Rede Globo. Além disso, passa a idéia de que a Polícia Federal, encenada pelo ator/delegado, sente-se ultrajada ao ser comparada com os militares. O oficial adiantou que, caso ganhe a questão, serão 40% para a ACSMCE (Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará) e Asprac (Associação das Praças da Região do Cariri), restando 20% para o reclamante.
Fonte:Site Miséria via Estudantes do RN

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